Ocidente X Oriente Medio – Parte 4

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12 Responses to “Ocidente X Oriente Medio – Parte 4”


  1. 1 Renata Assis 8 de agosto de 2008 às 13:57

    Falou tudo, Barbrinha!
    nao sei se jah te falei… a familia do habibi eh coptica ortodoxa…. nao usam o veu nem nada…
    depois vou te mandar um email pra conversar umas coisitas contigo, viu?
    Beijoca!

  2. 2 Keli 8 de agosto de 2008 às 17:10

    Oi Barbrinha, estou adorando conhecer essa cultura.
    Beijos
    Keli

  3. 3 Cris 8 de agosto de 2008 às 17:26

    Oie Bárbara!!!
    e outra, ñ precisa ser só qdo deparamos c/ outras culturas, esse “bom senso” serve p/ várias situações, né… q nem (é uma opinião minha), sou católica praticante, e qdo vou a Missa ficou indignada de ver como algumas mulheres vão vestidas: decotes, saias curtas, fora alguns casais de namorados (ficam dando beijinhos, abraços, ñ podem esperar p/ depois? aff!!!minha mãe q dizia uma frase e numa mais esqueci: “Banco de Igreja ñ é banco de praça”!)… acho mta falta de respeito, pois estão num lugar santo. Pronto, falei…rsrsrs
    Aos poucos vou comentando..rsrs mas conheço o blog todinho! Acompanho td!
    Bjs

  4. 4 karina 8 de agosto de 2008 às 18:11

    amiga… que dilema essa diferença entre ocidente e oriente!!
    Existe muito preconceito nas familias que esquecem que o mais importante é o amor , a felicidade dos filhos, nao se a moça é do brasil ou da china, ou do egito.. infelizmente as culturas e costumes sao muito diferentes e acabam interferindo naquele que poderia ser o amor perfeito… to vivenciando isso. é tao triste….

    beijos fofa.

  5. 5 Rose 8 de agosto de 2008 às 18:24

    Cara, falou tdoooo!!! Concordo plenamente q temos q dançar conforme a música! Ainda mais q nem acho legal usar decotão e minissaia em tdo q é canto tb não. Ainda mais numa situação dessa. Escandaliza geral!

  6. 6 Denise Neves Santos 8 de agosto de 2008 às 19:46

    Hahahahahahaha, mini-saia e cabelo escovado!!! Bárbara, voce é o máximo!!!

  7. 7 Fernanda 8 de agosto de 2008 às 20:40

    Concordo 100% com vc Barbinha! Mesmo no Brasil que eh bem liberal com roupas, acho que tem q existir bom senso, imagina numa situacao dessas…mto bem lembrado tbm a respeito de reunioes de negocios com orientais. Colocar uma roupa adequada nao machuca ninguem neh? beijos!

  8. 8 Samira 8 de agosto de 2008 às 21:04

    Ola querida:
    Vim te visitar novamente!!! 🙂 🙂
    Gostei muito desse topico: bem pratico, objetivo e principalmente realista!!
    Mesmo aqui no Brasil, a moça que quer se casar com arabe, se ela nao tiver uma imagem “adequada” á familia dele, pode nao sair o casamento!! Mas nada q nao se ajeite. Afinal há bom senso para tudo nessa vida e qdo se aprende a respeitar culturas diferentes e fazer alguns ajustes, tudo se acerta!!
    Vc acredita q eu nunca fumei na frente do meu pai? Por puro respeito!! 🙂 🙂
    E pouquissimas vezes eu abracei meu marido na frente dele..pq eu sabia q ele nao consideraria isso um “bom comportamento”. Achava um exagero, mas o repeitava profundamente, afinal ele era um árabe a moda antiga. Nao havia necessidade de bater de frente com ele, por pequenas coisas. Afinal muitas vezes ele me respeitou tb…sempre me deu opção de escolha com tudo, inclusive com “quem” eu poderia me casar. Casei com brasileiro, um brasileiro q respeitava muito meu pai e sempre foi extremamente atencioso com ele. E hj q ele nao esta mais aqui, gosto de lembrar disso( tolerância e respeito) como um ensinamento.
    Vc comentou sobre árabes casarem entre si, meus avós paternos eram primos tb…mas nao lembro se primos de 1º ou 2º grau…infelizmente nao os conheci, mas tenho algumas fotos, onde aparece minha Avó usando Hijaab….fotos antigas e tao delicadas…. 🙂
    Acho q é isso. Quando voltar aqui, conto mais “histórias antigas” se vc quiser ler…rsrs
    Trouxe um presente pra vc e para suas leitoras amigas, um poema, particularmente eu o acho muito bonito….Espero q vc e vcs gostem.

    Os caminhos da dor – BASSAM HAYYAR
    PONHA-TE NO CAMINHO, SE AINDA FOR POSSÍVEL IR. LEVA A BRANCURA DAS PAREDES, O COBRE DOS POTES E OS SILENCIOS DOS PASSEIOS NAS AVENIDAS. LEVA OS VISITANTES CEGOS DO ABORRECIMENTO, DE DESEJOS CEGOS E DOS RISOS ARTIFICIAL DO DINHEIRO. EU CUREI-ME DE MINHA TRISTEZA,E ENTERREI SUAS CINZAS.EU A REJEITEI E ENTERREI-A NAS PEDRAS. CURADO DE MINHA ESPERANÇA DE CURAR-ME EU LEVO-A COMIGO COMO UMA INFLAMAÇÃO DO CÉREBRO OU UMA INCHAÇÃO DAS PALPEBRAS. EU CUREI-ME DE SEU AMOR. AGORA EU POSSO VIVER.

    Fique com Deus.

  9. 9 barbrinha 10 de agosto de 2008 às 11:49

    Re,

    Estou esperando…..pode mandar…..

    Beijos

    Keli,

    Fique a vontade por aqui…sempre….

    Beijos

    Cris,

    Amei seu comentario e a frase da sua mae eh uma frase sabia……brigaduuuuu

    Beijos

    Karina,

    Que Deus lhe de forcas para enfrentar tudo isso….

    Beijos

    Rose,

    Falou e disse…..

    Beijos

    De,

    E nao eh assim…?????…kkkkkkkkk

    Beijos

    Fernanda,

    Nas reunioes ainda mais neh?

    beijos

    Samira,

    Que coisa mais linda esse poema, vira e mexe entro aqui para le-lo, e suas historias sao o maximo, continue nos contando sim, pleaseeeeeeee…….vc eh muito especial

    Beijos e fiquem com Deus

  10. 10 Uma Brasileira nas Arábias 10 de agosto de 2008 às 18:57

    Barbrinha,
    Olha, você tocou em um ponto ótimo.
    Esta história de respeito e roupas mais fechadinhas não é exclusiva da religião muçulmana ou cultura árabe.
    Eu sou brasileira, casada com brasileiro e quando fui conhecer meus sogros, tomei muito cuidado com a roupa. Eu acho que a primeira imagem é a que fica (pelo menos, por um bom tempo) guardada na memória das pessoas.
    Sempre usei roupas comportadas no Brasil, o que não quer dizer que eu não usasse um shortinho em casa, mas ficar andando por aí com roupas transparentes ou decotadas, não é comigo… Principalmente aqui, pois as pessoas olham mesmo e acaba sendo incômodo, porque a mulher acaba se sentindo uma carne em cima do balcão.
    Uma vez, eu saí de casa em Bahrain com um vestido longo mas que não cobria os ombros. Eu achava que estava “decente”, pois ele ia até os pés, mas todo mundo ficava me olhando. Aí minha amiga árabe me disse: “é por causa dos seus ombros descobertos. Se fosse até o joelho, mas não fosse tomara-que-caia, ninguém ia prestar atenção”.
    E por aí vai. Então aqui tomo ainda mais cuidado.
    Agora cá pra nós, usar uma “saia-cinto” (aquela que parece um cinto de tão curta que é), ou calça jeans colada, ou qualquer coisa decotada ou transparente, é pura falta de semancol… Ainda mais para quem quer casar com árabe/ muçulmano. Mama jamais vai apoiar e ter a sogra contra é um problemão. Haha! 😀 Bjs.

  11. 11 SOL 25 de agosto de 2008 às 1:57

    Sem palavras !!! Estou amando este blog !!!
    E gostaria de falar que principalmente esta parte eh tudo que tenho vivenciado !!! Uma brasileira, protestante e um libanes, muculmano !!
    Estou me sentido “em casa“ ao ler tudo isto…
    Pelo que li , algumas já namorarm árabes, ou estão com brasileiros descendentes de arabes, e seguidores do islamismo, Porém, fiquei em duvida, e uma pergunta veio à cabeça, então será possível esta união que transcede barreiras tão fortes e bem definidas ???Seria o amor suficiente para enfrentar isto ??? E seria correto levar em conta so o Amor , ou pensar a longo prazo, o que podera vir a acontecer ??? Queria sabe mais desta historias !!!

    Barbrinha

    Sol, acho possivel sim um casal viver sob o mesmo teto com duas religioes, mas tbem acho que muito nao conseguem sobreviver com essa diferenca toda, isso eh algo individual de cada um….pois no meu modo de ver essa diferenca acaba nao fazendo nada no comeco, mas qdo veem os filhos ai comeca a gritar….mais como disse, existem casos e casos……Beijos e fiquem com Deus

  12. 12 Luana 24 de janeiro de 2009 às 21:13

    Ai sinceramente meninas, sou brasileira, sempre vivi aqui, mas não concordo com determinadas maneiras de se vestir..acho que mini saia, short muito curto, e roupas muito decotadas são vulgares em qualquer situação…não é a toa que brasileira não tem lá muito boa fama…a única viagem internacional que fiz foi para o Uruguai, e eles mexem com as brasileiras como se realmente fossemos muito fáceis…e quando eu disse que não usava fio dental (para uma amiga brasileira que morava na fronteira com o Uruguai) ela me largou a pérola: Ah Luana, nem parece brasileira…é esta nossa fama..
    REsumindo, roupas decotadas demais é falta de respeito e pronto, não apenas para orientais…


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